Me chamo Ramon Arzerra. Com cores, volumes e palavras, crio pinturas, esculturas e literaturas.

Muda

– Você, meu prisioneiro, que percorro o corpo, que deixo-o sensível, e sufoco. O espinho que afunda na carne, progressivamente, a cada inspiração. Sou a pele que não lhe cabe mais. É inevitável. Terá de me…